terça-feira, 21 de agosto de 2012

Nossos filhos (não) são nossos filhos...

Cada dia que passa minha filha está mais linda. Sou suspeita para falar, mas é minha missão amá-la, admirá-la, educá-la, protegê-la etc etc etc... Vê-la "conversar" com seus gritinhos, sorrisos e balançar de pernas e braços quando estamos trocando a fralda ou dando banho ou quando ela vê desenhos é maravilhoso, pois percebo que ela é perfeita e saudável... Além disso, ela já tem vontades, expressa sentimentos (de dor, de fome, de satisfação, de incômodo, enfim...) e reconhece a mim e ao Pai Tiago Santos. Não posso negar que a maternidade é uma missão que cansa, pois nesses 6 primeiros meses de vida da Lívia fora da minha barriga, eu viverei quase que exclusivamente para cuidá-la e educá-la. É quase mesmo, pois ainda preciso dormir, comer, tomar banho, ir ao banheiro, cuidar de algumas coisas da casa. Pena que há quem diga que bebês/crianças não entendem o que dizem ou fazem os adultos. Está enganado quem pensa assim, pois esses seres pequeninos, apesar de muito dependentes dos seus adultos, entendem e registram tudo o que ocorre a sua volta, só que a sua maneira. O inconsciente registra tudo e no futuro se manifestará em sua personalidade. Falo isso como mãe, como pedagoga e como espírita. Enquanto escrevo essas linhas, minha pequenina está aqui no sofá do meu lado, vendo desenhos coloridos, chutando minha perna e "reclamando" atenção, pois sua fralda tem cocô. Essa é a beleza do ser humano, da maternidade... ter um ser sob sua responsabilidade, que vem da união de duas pessoas, que sai de dentro de você... um ser que te domina emocional e fisicamente por toda a sua vida, mas que não lhe pertence, pois nossos filhos são um pouco nossos, são do mundo e pertencem a Deus!

Um comentário: