Tudo começa com a barriga... aí vem a barriguinha e o barrigão... E quando termina, tudo começa... o bebê sai da barriga, a barriga pode ficar, pode sumir, depende de sua vontade, de sua dedicação, da sua genética e também do seu dinheiro, por que não?
No fim, que é o começo, o bebê não se mexe muito, dorme, mama, faz xixi e cocô e assim vai, não necessariamente nessa mesma ordem. Aí, o tempo vai passando, ele vai crescendo, se desenvolvendo e se materializam todas aquelas suas expectativas: mexe aqui, mexe ali, chora, ri, sobe e desce, engatinha, senta, cai, levanta, chora, ri, come, faz birra, olha atentamente, reclama, conveeeeersa coisas que só ele e você entendem (ou não), dá uns passos, muitos passos, ufa... Fora os cocôs e os xixis fora da fralda, as febres, as tosses, os vômitos, o leite qualhado, a baba, o suor, os inúmeros puns, o dedo no nariz, na orelha, na boca, na sua também, as mãozinhas nervosas arrancando seus cabelos, puxando seus brincos, os dentes novinhos em folha causando diarreia e febre de novo.
E ainda tem as noites mal dormidas, as noites em claro, os dias com sono, muito sono, com o corpo cansado, exausto... A vaidade? Ela existe em algum lugar de você mesma, está esquecida, mas existe... Mas você pode estar descabelada, suada, com as unhas feias, as cutículas arrebitadas, de pijama ou aquela roupa larga, ou linda e maravilhosa, perfumada, arrumada, de salto alto ou sapatilha... enfim... independente da sua roupa, da sua aparência exterior, seu bebê, que passou a ser a razão da sua vida, vai te amar assim mesmo! E você a ele, sem dúvida... e pra sempre, sem medidas!
FELIZ DIA DAS MÃES A TODAS AS PESSOAS QUE DESEMPENHAM ESSE PAPEL DIVINO E MARAVILHOSO!
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