Creio que a maioria das mulheres sonha em ser mãe. Não é à toa que o instinto feminino da maternidade se manifesta nas meninas desde muito cedo, ao ensaiar ser mãe já no brincar de bonecas. Eu, por exemplo, adorava brincar de Barbie, mas também teve um período que ter um "bebezão" era meu sonho. Eu tive um que, segundo minha mãe, fiz um escândalo para ganhar, com direito a me jogar no chão e chorar na frente da loja por volta dos 06 anos de idade. Ganhei o tal bebê, mas junto com ele umas boas broncas! Trocar as roupinhas, trocar as fraldas de pano e as calças plásticas, fazer ele comer, ensiná-lo a falar... era tudo muito mágico. Depois, por volta dos 09, 10 anos, eu tinha uma amiga que tinha "o" bebê. Ele era fantástico! Pedi, implorei, chorei, mas esse não ganhei. Tive que me contentar com o que eu já tinha desde os 06 anos. Nem por isso fiquei traumatizada por não ter ganho o bebê dos sonhos. Depois foram as Barbies... Nessa brincadeira, eu lembro de fazer minhas bonecas serem mais atuantes, eu copiava o que via na televisão - já era influenciada desde cedo, elas tinham mini-móveis, uma casinha toda arrumada, até empregada, era aquela boneca de plástico duro, que trocava de peruca, a "peruquesa"! Até as bonecas da Xuxa (que era feia pra caramba) e da Angélica (que tinha coxas grossas como a mulher de verdade) eu tive, do tamanho da Barbie.
Enfim... desde a infância eu venho ensaiando essa vida de adulta, como contribuiu muito o estudioso Vygotsky.
Até que um dia a gente cresce... tem que estudar por conta própria, tem que trabalhar, morar sozinho, casar, pagar as próprias contas, cozinhar! E acho que essa fase de adulto é bem difícil. Quando eu era criança sonhava em ser adulta e hoje sou... mas desejar ser criança de novo não me levará de volta à infância, não na minha... Nenhum adulto, na época, me disse que ser adulto era difícil, mesmo se tivesse dito, eu não teria a opção de escolher ficar criança. Coisas e descobertas da vida.
Aí, depois de crescer, tornar-me adolescente, maior de idade, jovem, e, hoje, oficialmente sou adulta... mas o que marcou isso na minha vida foi quando meu marido e eu compramos nosso primeiro apartamento. Só a partir desse acontecimento é que me senti, de vez, adulta!
A vida estava dentro dos conformes: apartamento, carro, trabalho, marido, amizades, alegrias, eventuais problemas. E, então, a decisão de ter filhos. Essa decisão foi sendo construída há um ano com meu marido. Uma decisão de casal, planejado juntos. Ok. Já há muito tempo eu havia deixado de tomar anticoncepcional oral, pois me trazia muitos incômodos e a camisinha era amiga de todas as horas. Mas quando decidimos ter filhos, paramos de usá-la. As tentativas começaram e a cada menstruação que descia eram fracassadas. Como dizia meu marido, o Tiago, "cada vez que ela (eu) menstrua, é uma depressão". Depressão pra mim. Pra ele, um alívio. Decidi, então, procurar ajuda médica. Não fui à ginecologista, fui à outra, uma profissional maravilhosa, a Fabrícia. Ela me pediu muitos exames de sangue de rotina. E, graças a Deus, tudo normal, lembro ela dizendo "você pode até ter gêmeos". E as tentativas fracassadas permaneceram. Decidi de uma vez por todas e fui à ginecologista!
Enfim... desde a infância eu venho ensaiando essa vida de adulta, como contribuiu muito o estudioso Vygotsky.
Até que um dia a gente cresce... tem que estudar por conta própria, tem que trabalhar, morar sozinho, casar, pagar as próprias contas, cozinhar! E acho que essa fase de adulto é bem difícil. Quando eu era criança sonhava em ser adulta e hoje sou... mas desejar ser criança de novo não me levará de volta à infância, não na minha... Nenhum adulto, na época, me disse que ser adulto era difícil, mesmo se tivesse dito, eu não teria a opção de escolher ficar criança. Coisas e descobertas da vida.
Aí, depois de crescer, tornar-me adolescente, maior de idade, jovem, e, hoje, oficialmente sou adulta... mas o que marcou isso na minha vida foi quando meu marido e eu compramos nosso primeiro apartamento. Só a partir desse acontecimento é que me senti, de vez, adulta!
A vida estava dentro dos conformes: apartamento, carro, trabalho, marido, amizades, alegrias, eventuais problemas. E, então, a decisão de ter filhos. Essa decisão foi sendo construída há um ano com meu marido. Uma decisão de casal, planejado juntos. Ok. Já há muito tempo eu havia deixado de tomar anticoncepcional oral, pois me trazia muitos incômodos e a camisinha era amiga de todas as horas. Mas quando decidimos ter filhos, paramos de usá-la. As tentativas começaram e a cada menstruação que descia eram fracassadas. Como dizia meu marido, o Tiago, "cada vez que ela (eu) menstrua, é uma depressão". Depressão pra mim. Pra ele, um alívio. Decidi, então, procurar ajuda médica. Não fui à ginecologista, fui à outra, uma profissional maravilhosa, a Fabrícia. Ela me pediu muitos exames de sangue de rotina. E, graças a Deus, tudo normal, lembro ela dizendo "você pode até ter gêmeos". E as tentativas fracassadas permaneceram. Decidi de uma vez por todas e fui à ginecologista!
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