domingo, 30 de junho de 2013

Pouco mais de um ano depois...

Parece que foi ontem que eu estava sentada no sofá com a cabeça a mil imaginando o resultado que viria diante da minha menstruação atrasada!
E, hoje, estou aqui, um ano e 21 dias após o nascimento da minha primeira filha... sim, porque eu pretendo ter mais um bebê mais adiante...
Desde outubro de 2011 minha vida mudou totalmente e, sem sombra de dúvidas, sou cem por cento mais feliz!
Tudo o que conto aqui nesse blog é para tentar mostrar um pouquinho do que tem sido minha vida com a Lívia. 
A vida com ela é linda, mas tem um monte de dificuldades, erros, lágrimas de tristeza e alegria, preocupações, culpas, dúvidas que permeiam o dia-a-dia. 
Tem aqueles cocos molengos e fedorentos que vazam quando você já está atrasada e tem que parar tudo e começar do zero dando um banho na criança; tem aquele vômito com o qual você é surpreendida, à noite, em cima de você, da sua cama, por tudo e também tem-se que começar do zero com um banho... e depois mais vômito. Tem aqueles choros no meio da noite que você não ouve e pensa que a criança dormiu tranquilamente quando, no dia seguinte, seu marido olha bem dentro dos seus olhos e diz: “eu levantei umas cinco vezes para atendê-la e você não ouviu nada?”; tem a hora da comida, que você fez com tanto gosto, e a criaturinha se joga pra trás, faz careta, bate na colher e suja tudo e não quer comer de jeito nenhum e sua paciência fica no negativo e você quer desistir de tudo; tem as ligações da creche pedindo para você buscá-la porque ela vomitou muito ou está com febre e aí você para e larga tudo para buscar sua cria; tem aquela roupa nova que você colocou na criança e em questão de segundos ela fica imprestável com a comida que caiu em cima; tem as birras, manhas e manias que a criança adquiriu sem você perceber que contribuiu com aquilo e te tiram de tal maneira do sério que gritar parece inevitável... inevitável mesmo é a culpa que vem logo em seguida que você se recuperou da raiva e da impaciência (por que dizem que junto com o nascimento da criança, nasce uma mãe... e a culpa da mãe também); tem o seu marido lindo, cheiroso, fogoso te querendo e você não querendo vê-lo diante de tanto cansaço; tem também o dia que você quer esse marido lindo, cheiroso e fogoso, mas a criança chora e o clima gela na hora; tem a hora que você vai buscar a criança na escola e, ao ver você, ela abre os braços e um sorriso querendo você e mais ninguém; tem ainda aqueles momentos de risadas gostosas de doer a barriga só de ouvir você dizer “eu vou te pegar” numa brincadeira tão singela; e o choro de tristeza, com carinha de “gato de botas”, pedindo desesperadamente seu colo, quando você está lá com as mãos molhadas lavando a louça... e você para tudo para dar aqueeele cheeeiro e atender àquele pedido. 
Enfim... eu passaria dias relatando tudo o que acontece no dia-a-dia com minha filha e mesmo passando por um monte de situações, o contexto nos leva a dizer “que lindo!, que amor!”.

Então, quero desejar um super-parabéns a minha filha, Lívia, e que ela viva muito e seja feliz. Que os Anjos de Deus a iluminem e protejam sempre e que ela tenha a certeza de que eu a amo infinita e eternamente! E que saiba também que eu erro, erro muito, mas que o objetivo sempre é acertar e fazer o melhor para ela, para nós!